Osteoporose: entenda a doença que afeta os ossos

Osteoporose: entenda a doença que afeta os ossos

A palavra osteoporose é familiar e aparece em diversos comerciais de remédios para os ossos. Ela é uma condição metabólica que surge com o passar dos anos, afetando a estrutura óssea do corpo. 

Entretanto, suas consequências podem ser graves, pois os ossos do corpo podem quebrar. É importante lembrar que os ossos são estruturas vivas, assim como os outros tecidos do corpo e, por isso, precisam se manter saudáveis.

A seguir, veja por que a osteoporose surge no corpo e quais ações podem ser tomadas para diminuir os seus riscos.

O que é a osteoporose?

Nem todo mundo sabe exatamente o que é osteoporose, mas existe um conhecimento comum de que ela está associada aos ossos. Essa doença provoca a diminuição da densidade óssea, aumentando os riscos de fratura.

Funciona da seguinte forma: as células conhecidas como osteoclastos destroem o tecido ósseo. Depois, ele é recriado pelas células osteoblastos. Ou seja, algumas células são responsáveis pela formação óssea, enquanto outras se encarregam da reabsorção.

Entretanto, esse processo de destruição e recriação entra em desequilíbrio com o passar dos anos. O corpo passa a absorver mais osso, ao mesmo tempo em que a capacidade de produção é afetada. Resumindo: absorve-se mais do que se produz. Desse modo, há uma diminuição óssea, e é isso o que causa osteoporose.

Conheça as causas da doença

A principal causa da osteoporose é o desequilíbrio da destruição e recriação do tecido ósseo. No entanto, outros fatores estão associados ao surgimento da doença. A falta de cálcio é uma delas, porque o mineral é essencial para a formação óssea.

Além disso, o envelhecimento e a menopausa também são fatores que devem ser levados em consideração. Inclusive, o número de casos de mulheres com osteoporose é significativamente maior do que em homens.

Os ossos crescem até os 20 anos e, até os 35, o processo de reabsorção óssea ainda está em equilíbrio. Depois dessa faixa etária, é comum que a perda óssea aconteça gradativamente. 

Em relação à menopausa, deve ser levado em consideração que há maior produção do hormônio estrogênio enquanto a mulher menstrua. Isso é importante porque ele retarda a absorção óssea e ajuda na fixação do cálcio no osso. Porém, com a chegada da menopausa, a produção do hormônio é reduzida, afetando a massa óssea.

Sintomas mais comuns

A osteoporose é considerada uma doença silenciosa. Dificilmente o corpo apresenta sinais e, em geral, ela é descoberta após algum tipo de fratura. Entretanto, podemos listar alguns sintomas de osteoporose que indicam um estado mais avançado da doença:

  • Dor ou sensibilidade óssea;
  • Dor na região lombar;
  • Dor no pescoço;
  • Postura cifótica ou encurvada,
  • Diminuição da estatura.

Como é feito o diagnóstico

Como a doença não apresenta muitos sintomas, é difícil para o médico fazer um diagnóstico clínico. Para saber se uma pessoa tem o osso com osteoporose é necessário a realização de uma densitometria óssea, feita por raio X. Assim, é possível analisar a densidade mineral dos ossos da coluna e do fêmur.

O exame classifica o osso em três fases: normal, osteopenia e osteoporose. Aqui, vale uma explicação: a osteopenia não é uma doença, mas uma condição que indica a perda gradual de massa óssea. A evolução do quadro de osteopenia pode levar à osteoporose.

Muitas pessoas perguntam se a osteoporose tem cura, e a resposta é não. Em geral, o tratamento indicado pelos médicos tem como objetivo retardar a perda óssea ou aumentar a massa óssea. Para isso, diferentes medicamentos podem ser usados. Dessa forma, o foco principal é prevenir fraturas.

Como se prevenir da osteoporose

Sabendo de tudo isso, fica a pergunta: como prevenir a osteoporose? É comum que haja uma perda de massa óssea com o passar dos anos. Por isso, a principal forma de se prevenir é aumentando essa massa durante a adolescência.

No entanto, algumas atitudes podem ser tomadas por quem já passou dessa fase:

  • Seguir uma dieta balanceada;
  • Ingerir cálcio e vitamina D;
  • Praticar exercícios físicos regularmente;
  • Evitar o consumo excessivo de álcool;
  • Não fumar;
  • Fazer a reposição hormonal indicada pelo médico,
  • Fazer a densitometria óssea após completar 50 anos. 

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